terça-feira, 18 de novembro de 2014

FÁBULAS

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FÁBULAS

A raposa e o galo
  A raposa encontrou o galo e lhe propôs uma aposta:
    - Compadre, vamos ver quem passa mais tempo com os olhos fechados?
    - Vamos! - topou o galo.
    Então a raposa fechou os olhos, e o galo fechou um e deixou o outro aberto.
    A raposa, que estava procurando um momento para abocanhar o galo, abriu os olhos e o viu com um olho fechado e outro aberto. Reclamou:
    - Compadre galo, é pra fechar os dois olhos!
    - Não, comadre raposa! Com amigo incerto é um olho fechado e outro aberto!...
    MORAL: "Com amigo incerto é um olho fechado e outro aberto!..."
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O CÃO E SEU REFLEXO
  Um cão estava se sentindo muito orgulhoso de si mesmo. Achara um enorme pedaço de carne e a levava na boca, pretendendo devorá-lo em paz em algum lugar.
          Ele chegou a um curso rio e começou a cruzar a estreita ponte que o levava para o outro lado. De repente, parou e olhou para baixo. Na superfície da água, viu seu próprio reflexo brilhando.
         O cão não se deu conta que estava olhando para si mesmo. Julgou estar vendo outro cão com um pedaço de carne na boca.
          Opa! Aquele pedaço de carne é maior que o meu, pensou ele. Vou pegá-lo e correr.  Dito e feito. Largou seu pedaço de carne para pegar o que estava na boca do outro cão. Naturalmente, seu pedaço caiu n`água e foi parar bem no fundo, deixando-o sem nada.
          MORAL: Quem tudo quer tudo perde.
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O Lobo e o Cordeiro
Um cordeiro estava bebendo água num riacho. O terreno era inclinado e por isso havia uma correnteza forte. Quando ele levantou a cabeça, avistou um lobo, também bebendo da água.
- Como é que você tem a coragem de sujar a água que eu bebo - disse o lobo, que estava alguns dias sem comer e procurava algum animal apetitoso para matar a fome.
- Senhor - respondeu o cordeiro - não precisa ficar com raiva porque eu não estou sujando nada. Bebo aqui, uns vinte passos mais abaixo, é impossível acontecer o que o senhor está falando.
- Você agita a água - continuou o lobo ameaçador - e sei que você andou falando mal de mim no ano passado.
- Não pode - respondeu o cordeiro - no ano passado eu ainda não tinha nascido.
O lobo pensou um pouco e disse:
- se não foi você foi seu irmão, o que dá no mesmo.
- Eu não tenho irmão - disse o cordeiro - sou filho único.
- Alguém que você conhece, algum outro cordeiro, um pastor ou um dos cães que cuidam do rebanho, e é preciso que eu me vingue.
Então ali, dentro do riacho, no fundo da floresta, o lobo saltou sobre o cordeiro,agarrou-o com os dentes e o levou para comer num lugar mais sossegado.
    MORAL: A razão do mais forte é sempre a melhor.
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                                               Os  dois sapos
Numa empresa de laticínios, dois sapos desastradamente saltaram para dentro de um balde de leite cremoso.
- É melhor desistir. - coaxou um dos sapos, depois de tentar em vão, sair do balde. - Vamos morrer!
- Continua a nadar. - disse o segundo sapo. - Havemos de encontrar maneira de sair deste atoleiro!
- Não adianta! - disse o primeiro. - Isto é grosso demais para nadar, mole demais para saltar e escorregadio demais para rastejar. Um dia temos mesmo de morrer, por isso, tanto faz que seja esta noite.
Afundou-se no balde e acabou por morrer.
O amigo porem, continuou a nadar, a nadar, a nadar, e quando amanheceu, viu-se encarrapitado num monte de manteiga que ele, sozinho, havia batido.
Lá estava o sapo, com um sorriso, comendo as moscas que enxameavam, vindas de todas as direções.
           Moral: Não há conquista sem luta...
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A Lebre e a Tartaruga
A lebre estava se vangloriando de sua rapidez, perante os outros animais:
- Nunca perco de ninguém. Desafio a todos aqui a tomarem parte numa corrida comigo.
- Aceito o desafio! Disse a tartaruga calmamente.
- Isto parece brincadeira. Poderi dançar à sua volta, por todo o caminho, respondeu a lebre.
- Guarde sua presunção até ver quem ganha. recomendou a tartaruga.
A um sinal dado pelos outros animais, as duas partiram. A lebre saiu a toda velocidade. Mais adiante, para demonstrar seu desprezo pela rival, deitou-se e tirou uma soneca.
A tartaruga continuou avançando, com muita perseverança. Quando a lebre acordou, viu-a já pertinho do ponto final e não teve tempo de correr, para chegar primeiro. 
     moral: Com perseverança, tudo se alcança
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                                    A Gansa que Punha Ovos de Ouro
"Um homem possuía uma gansa que, toda manhã, punha um ovo de ouro. Vendendo estes ovos preciosos, ele estava acumulando uma grande fortuna. Quanto mais rico ficava, porém, mais avarento se tornava. Começou a achar que um ovo só, por dia, era pouco.
"Porque não põe dois ovos, quatro ou cinco?" pensava ele. "Provavelmente, se eu abrir a barriga desta ave, encontrarei uma centena de ovos e viverei como um nababo". Assim pensando, matou a gansa abriu-lhe a barriga e, naturalmente, nada encontrou."
moral: Quem tudo quer, tudo perde
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A raposa e as uvas
Uma raposa faminta entrou num terreno onde havia uma parreira, cheia de uvas maduras, cujos cachos se penduravam, muito alto, em cima de sua cabeça. A raposa não podia resistir à tentação de chupar aquelas uvas mas,por mais que pulasse, não conseguia abocanhá-las. Cansada de pular, olhou mais uma vez os apetitosos cachos e disse:- Estão verdes . . .
Moral: É  fácil desdenhar daquilo que não se alcança.
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A raposa e a máscara
Um dia uma raposa entrou na casa de um ator e encontrou uma linda máscara no meio de uma pilha de objetos usados no teatro. Encostando a pata na máscara, disse:
- Que belo rosto temos aqui! Pena que não tenha cérebro.
Moral: Uma bela aparência não substitui o valor do espírito.
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O gato, o galo e o ratinho
Um ratinho vivia num buraco com sua mãe. depois de sair sozinho pela primeira vez, contou a ela:
- Mãe, você não imagina os bichos estranhos que encontrei! Um era bonito e delicado, tinha um pêlo muito macio e um rabo elegante, um rabo que se movia formando ondas. O outro era um monstro horrível! No alto da cabeça e debaixo do queixo ele tinha pedaços de carne crua, que balançavam quando ele andava. De repente os lados do corpo dele se sacudiram e ele deu um grito apavorante. Fiquei com tanto medo que fugi correndo, bem na hora que ia conversar um pouco com o simpático.
- Ah, meu filho! – respondeu a mãe. – Esse seu monstro era uma ave inofensiva; o outro era um gato feroz, que num segundo teria te devorado.
Moral: Jamais confie nas aparências.
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A cigarra e as formigas
Num belo dia de inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de trigo. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado completamente molhados. De repente aparece uma cigarra:
- Por favor, formiguinhas, me dêem um pouco de trigo! Estou com uma fome danada, acho que vou morrer.
As formigas pararam de trabalhar, coisa que era contra os princípios delas, e perguntaram:
- Mas por quê? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou de guardar comida para o inverno?
- Para falar a verdade, não tive tempo – respondeu a cigarra. – Passei o verão cantando!
- Bom... Se você passou o verão cantando, que tal passar o inverno dançando? – disseram as formigas, e voltaram para o trabalho dando risada.
Moral: Os preguiçosos colhem o que merecem.
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O leão e o mosquito
Um leão ficou com raiva de um mosquito que não parava de zumbir ao redor de sua cabeça, mas o mosquito não deu a mínima.
-Você está achando que vou ficar com medo de você só porque você pensa que é rei? – disse ele altivo, e em seguida voou para o leão e deu uma picada ardida no seu focinho.
Indignado, o leão deu uma patada no mosquito, mas a única coisa que consegui foi arranhar-se com as próprias garras. O mosquito continuou picando o leão, que começou a urrar como um louco. No fim, exausto, enfurecido e coberto de feridas provocadas por seus próprios dentes e garras, o leão se rendeu. O mosquito foi embora zumbindo para contar a todo mundo que tinha vencido o leão, mas entrou direto numa teia de aranha. Ali o vencedor do rei dos animais encontrou seu triste fim, comido por uma aranha minúscula.
Moral: muitas vezes o menor de nossos inimigos é o mais temível.

O galo e a raposa
O galo cacarejava em cima de uma árvore. Vendo-o ali, a raposa tratou de bolar uma estratégia para que ele descesse e fosse o prato principal de seu almoço.
-Você já ficou sabendo da grande novidade, galo? – perguntou a raposa.
-Não. Que novidade é essa?
-Acaba de ser assinada uma proclamação de paz entre todos os bichos da terra, da água e do ar. De hoje em diante, ninguém persegue mais ninguém. No reino animal haverá apenas paz, harmonia e amor.
-Isso parece inacreditável! – comentou o galo.
-Vamos, desça da árvore que eu lhe darei mais detalhes sobre o assunto – disse a raposa.
O galo, que de bobo não tinha nada, desconfiou que tudo não passava de um estratagema da raposa. Então, fingiu estar vendo alguém se aproximando.
-Quem vem lá? Quem vem lá? – perguntou a raposa curiosa.
-Uma matilha de cães de caça – respondeu o galo.
-Bem...nesse caso é melhor eu me apressar – desculpou-se a raposa.
-O que é isso, raposa? Você está com medo? Se a tal proclamação está mesmo em vigor, não há nada a temer. Os cães de caça não vão atacá-la como costumava fazer.
-Talvez  eles ainda não saibam da proclamação. Adeusinho!
E lá se foi a raposa, com toda a pressa, em busca de uma outra presa para o seu almoço.
Moral: é preciso ter cuidado com amizades repentinas.
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A raposa e o corvo
Um dia um corvo estava pousado no galho de uma árvore com um pedaço de queijo no bico quando passou uma raposa. Vendo o corvo com o queijo, a raposa logo começou a matutar um jeito de se apoderar do queijo. Com esta idéia na cabeça, foi para debaixo da árvore, olhou para cima e disse:
-Que pássaro magnífico avisto nessa árvore! Que beleza estonteante! Que cores maravilhosas! Será que ele tem uma voz suave para combinar com tanta beleza! Se tiver, não há dúvida de que deve ser proclamado rei dos pássaros.
Ouvindo aquilo o corvo ficou que era pura vaidade. Para mostrar à raposa que sabia cantar, abriu o bico e soltou um sonoro "Cróóó!" . O queijo veio abaixo, claro, e a raposa abocanhou ligeiro aquela delícia, dizendo:
-Olhe, meu senhor, estou vendo que voz o senhor tem. O que não tem é inteligência!
Moral: cuidado com quem muito elogia.
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O sapo e o boi
Há muito, muito tempo existiu um boi imponente. Um dia o boi estava dando seu passeio da tarde quando um pobre sapo todo mal vestido olhou para ele e ficou maravilhado. Cheio de inveja daquele boi que parecia o dono do mundo, o sapo chamou os amigos.
– Olhem só o tamanho do sujeito! Até que ele é elegante, mas grande coisa; se eu quisesse também era.
Dizendo isso o sapo começou a estufar a barriga e em pouco tempo já estava com o dobro do seu tamanho normal.
– Já estou grande que nem ele? – perguntou aos outros sapos.
– Não, ainda está longe!- responderam os amigos.
O sapo se estufou mais um pouco e repetiu a pergunta.
– Não – disseram de novo os outros sapos -, e é melhor você parar com isso porque senão vai acabar se machucando.
Mas era tanta vontade do sapo de imitar o boi que ele continuou se estufando, estufando, estufando – até estourar.
Moral: Seja sempre você mesmo.
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A cegonha e a raposa
  Um dia a raposa, que era amiga da cegonha, convidou-a para um jantar. Mas preparou para a amiga uma porção de comidas moles, líquidas, que ela servia sobre uma pedra lisa.
    Ora, a cegonha, com seu longo bico, por mais que se esforçasse só conseguia bicar a comida, machucando seu bico e não comendo nada. A raposa insistia para que a cegonha comesse, mas ela não conseguia, e acabou indo para casa com fome.
    Então, a cegonha, em outra ocasião, convidou a raposa para jantar com ela.
    Preparou comidas cheirosas e colocou em vasos compridos e altos, onde seu bico entrava com facilidade, mas o focinho da raposa não alcançava. Foi a vez da raposa voltar para casa desapontada e faminta.
 MORAL: "Não faça aos outros o que não quer que lhe façam."
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O ratinho, o gato e o galo
  Certa manhã um ratinho saiu do buraco pela primeira vez. Queria conhecer o mundo e travar relações com tanta coisa bonita de que falavam seus amigos.
    Admirou a luz do sol, o verdor das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou penetrando no quintal de uma casa da roça.
    - Sim senhor! É interessante isto!
    Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria. Em seguida notou no terreiro um certo animal de belo pêlo que dormia sossegado ao sol. Aproximou-se dele e farejou-o sem receio nenhum.
    Nisto aparece um galo, que bate as asas e canta.
    O ratinho por um triz que não morreu de susto. Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca. Lá contou à mamãe as aventuras do passeio.
    - Observei muita coisa interessante - disse ele - mas nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro. Um, de pêlo macio e ar bondoso, seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir, impedindo-me assim de cumprimentá-lo.
    O outro... Ai, que ainda me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bico pontudo, crista vermelha, e aspecto ameaçador. Bateu as asas barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho que quase cai de costas. Fugi. Fugi com quantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato que tamanha destruição faz no nosso povo.
    A mamãe-rata assustou e disse:
    - Como te enganas, meu filho! O bicho de pêlo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista rubra, o outro, filhinho, é o galo, uma ave que nunca nos fez mal nenhum. As aparências enganam. Aproveita, pois, a lição e fica sabendo que - quem vê cara não vê coração.
Monteiro Lobato
 MORAL: "Quem vê cara não vê coração."
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O pintassilgo
  Ao voltar para o ninho, trazendo no bico uma minhoca, o pintassilgo não encontrou seus filhotes. Alguém os havia levado embora durante sua ausência.
    Começou a procurá-los por toda parte, chorando e gritando. A floresta inteira ecoava seus gritos, mas ninguém respondia.
    Dia e noite, sem comer nem dormir, o pintassilgo procurou seus filhotes, examinando todas as árvores e olhando dentro de todos os ninhos.
    Certo dia um pássaro lhe disse:
    - Acho que vi seus filhotes na casa do fazendeiro.
    O pintassilgo voou, cheio de esperança, e logo chegou à casa do fazendeiro. Pousou no telhado, mas lá não havia ninguém. Voou para o pátio - ninguém.
    Então, levantando a cabeça, viu uma gaiola pendurada do lado de fora de uma janela. Os filhotes estavam presos lá dentro.
    Ao verem a mãe subindo pela grade da gaiola, os filhotes começaram a piar, suplicando-lhe que os libertasse. O pintassilgo tentou quebrar as grades com o bico e com as patas, mas foi em vão.
    Em seguida, com um grito de grande tristeza, voou novamente para a floresta.
    No dia seguinte o pintassilgo voltou para junto da gaiola dentro da qual seus filhotes estavam presos. Fitou-os longamente, com o coração carregado de tristeza. Em seguida alimentou-os um a um, através das grades, pela última vez.
Levara-lhes uma erva venenosa, e os passarinhos morreram.
    - Antes a morte - disse o pintassilgo - do que perder a liberdade.
Leonardo da Vinci
MORAL: "Antes a morte do que perder a liberdade."
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O jabuti e a onça
     Certa vez, o jabuti pegou a sua gaita e tocou assim:
    - O osso da onça é a minha gaita, ih, ih, ih,...
    A onça, que passava por perto, ficou irritada e correu para pegá-lo. Mas o jabuti meteu-se num buraco adentro e a onça só conseguiu agarrar-lhe a perna.
    O jabuti deu uma risada e disse:
    - Pensa que agarrou minha perna? Agarrou foi uma raiz de pau!
    A onça largou então a perna do jabuti, que deu uma segunda risada:
    - Ora, dona onça, de fato você agora soltou a minha perna.
    A grande tola, ao saber disto, ficou furiosa e durante muito tempo esperou o jabuti sair. Mas o jabuti, que era muito paciente, foi ficando, foi ficando, até a onça desistir e ir embora.
MORAL: "A inteligência vence a força"
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A coruja e a águia
  Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
    - Basta de guerra - disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
    - Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa.
    - Nesse caso combinemos isso: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
    - Muito bem. Mas como vou distinguir os teus filhotes?
    - Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheio de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
    - Está feito! - concluiu a águia.
    Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
    - Horríveis bichos! - disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
    E comeu-os.
    Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
    - Quê? - disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...
 MORAL: "Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai.” 
Já diz o ditado: ”Quem o feio ama, bonito lhe parece."
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O velho galo e a raposa
    Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: "Deixa estar, seu malandro, que já te curo!..." E em voz alta:
    - Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinha, todos os bichos agora andam aos beijos, como namorados. Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor.
    - Muito bem! - exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, deslealdades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vêm vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização.
    Ao ouvir falar em cachorro dona Raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se ao fresco, dizendo:
    - Infelizmente, amigo Có-ri-có-có, tenho presa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo.
    E raspou-se.
    MORAL: "Contra esperteza, esperteza e meia."
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O astrônomo
    Um astrônomo tinha o costume de passear todas as noites, estudando os astros. Um dia em que vagava por fora da cidade, distraído na contemplação do céu, caiu sem querer num buraco. Ele reclamou um pouco e depois começou a gritar por socorro. Por sorte, um homem passou por ali e aproximou-se para saber o que tinha acontecido. Informado dos fatos, disse:
        - Meu amigo! Você quer ver o que existe no céu e não vê o que existe na Terra?
   MORAL: "Tudo bem em olhar e conhecer ao nosso redor, mas antes, temos que saber onde estamos parados."
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Lição de esperteza
    Um dia um pica-pau, depois de muito voar, sentiu sede.
    Pousou em um telhado, olhou em volta, e não viu nem sombra de água. Cansado e sedento como estava, já se preparava para voar, quando viu uma garrafa cheia de água na varanda de uma casa próxima. Quando foi bebe - que decepção! A água só chegava até o gargalo e seu bico pequenino não chegava até ela.
    Pôs-se a dar bicadas na garrafa para fazer um buraquinho, mas em vão, pois, o vidro era mais duro do que o seu bico. Tentou, então, tombar a garrafa, entornar a água, mas a garrafa era muito pesada. Desistiu de tudo e encarapitou-se no corrimão da varanda para pensar um meio melhor. O pica-pau era teimoso, quando queria uma coisa queria mesmo...
    Começou a pensar, a pensar... De repente, bateu as asas de contente: tinha achado a solução para o problema. E pôs-se a executá-la. Apanhou com o bico uma pedrinha no chão e deixou-a cair dentro da garrafa; voltou a apanhar outra, logo apanhou a terceira e, assim, continuou deixando cair pedrinhas dentro da garrafa. A água foi subindo, subindo, até que chegou à boca. Então, o pica-pau pôde beber à vontade.
 MORAL: "Paciência e raciocínio tudo vencem."
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A raposa  e o javali
Estava  um Javali na floresta a afiar os dentes numa árvore, quando apareceu uma Raposa. Vendo o que o Javali estava a fazer, perguntou-lhe:
- Por que estás a afiar os dentes? Os caçadores não saíram hoje e não vejo outro perigo por perto.
- É verdade, minha amiga - respondeu o Javali. - Mas, no momento em que a minha vida correr perigo preciso de usar os dentes e, então, será tarde demais para os afiar.
Moral da história: Prepara-te para as dificuldades.
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A formiga e a pomba
Uma Formiga foi à margem do rio para beber água e, sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.
Uma Pomba que estava numa árvore sobre a água, arrancou uma folha e a deixou cair na correnteza perto dela. A Formiga subiu na folha e flutuou em segurança até a margem.
Pouco tempo depois, um caçador de pássaros veio por baixo da árvore e se preparava para colocar varas com visgo perto da Pomba que repousava nos galhos alheia ao perigo.
A Formiga, percebendo sua intenção, deu-lhe uma ferroada no pé. Ele repentinamente deixou cair sua armadilha e, isso deu chance para que a Pomba voasse para longe a salvo. Moral da História:  Quem é grato de coração sempre encontrará oportunidades para mostrar sua gratidão.
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O carvalho e os juncos
Um grande carvalho foi arrancado do chão pela ventania e arrastado por forte correnteza. Então dentro da água ele se viu no meio de alguns Juncos, e, assim lhes falou:
- Gostaria de ser como vocês que de tão esguios e frágeis não são de modo algum afetados por estes fortes ventos.
Eles responderam:
- Você lutou e competiu com o vento, e, consequentemente foi destruído. Nós, ao contrário, nos curvamos diante do mais leve sopro de ar, e, por esta razão permanecemos inteiros e a salvo.
Moral da História: Para vencermos o mais forte, não devemos usar a força e sim a gentileza e a humildade.
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O filhote de cervo e sua mãe
Certa vez um jovem Cervo conversava com sua mãe:
- Mãe você é maior que um Lobo, é também mais veloz e possui chifres poderosos para se defender, por que então você os teme tanto?
A Mãe amargamente sorriu e disse:
- Tudo que você falou é verdade meu filho, mesmo assim quando eu escuto um simples latido de Lobo, me sinto fraca e só penso em correr o mais que puder.
Moral da História:  Para a maioria das pessoas, é mais cômodo conviver com seus medos e fraquezas, mesmo sabendo que podem superá-los.
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  Um asno em pele de leão

Um Asno, tendo colocado sobre seu corpo uma pele de Leão, vagou pela floresta e divertia-se com o pavor dos animais que ia encontrando pelo seu caminho.
Por fim encontrou uma Raposa, e, ele tentou amedrontá-la também. Mas Raposa tão logo escutou o som de sua voz, exclamou:
- Eu provavelmente teria me assustado, se antes não tivesse escutado seu zurro.
Moral da História:  Um tolo pode se esconder com belas roupas, mas suas palavras dirão a todos quem na verdade é.
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O galo e a pedra preciosa

Um Galo que procurava no terreiro alimento para ele e suas galinhas encontrou uma pedra preciosa de grande beleza e valor, ao que exclamou:
- Se seu dono tivesse te encontrado ao invés de mim, ele com certeza iria dançar e pular de alegria e também decerto iria te louvar; no entanto eu te achei e de nada me serves. Teria preferido achar um simples grão de milho que todas as jóias do MUNDO!
Moral da História:  A necessidade de cada um é o que determina o real valor das coisas.
Colei estas fábulas em cartolina, encapei com plástico para que os alunos possam manuseá-las sem amassar ou rasgar. Eles fazem leitura silenciosa, oral, em dupla. Peço também para tentem identificar um outra moral na história,  que escrevam  um novo final.
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A GANSA DOS OVOS DE OURO

Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua gansa tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:
_ Veja! Estamos ricos!
Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.
Na manhã seguinte, a gansa tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço. E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria. E pensou:
"Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!"
Matou a gansa e, por dentro, a gansa era igual a qualquer outra.
Moral da História:  Quem tudo quer tudo perde.
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A LEITEIRA E O BALDE

Uma leiteira ia a caminho do mercado. Na cabeça, levava um grande balde de leite. Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite:
- Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias. Venderei os ovos a bom preço. Com o dinheiro dos ovos, comprarei uma saia e um chapéu novos. De que cor?
Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes me admirarão, me acompanharão, me dirão galanteios, e eu sacudirei a cabeça ... assim! . . .
E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se. A leiteira voltou com o balde vazio.
MORAL DA HISTÓRIA: Não se deve contar hoje com o lucros de amanhã!
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O CERVO E O LEÃO

Num belo dia de verão, um cervo chegou até junto a um regato, para beber. Quando inclinou a cabeça, viu na água a própria imagem e exclamou, orgulhoso:
- Oh, como eu sou bonito e que bonitos são meus chifres!
Aproximou-se mais e viu o reflexo das próprias pernas dentro da água:
- Mas como são finas as minhas pernas . . . - observou com tristeza.
Nesse momento surgiu um leão que saltou sobre o cervo.
O cervo disparou pela campina, com tanta velocidade que o leão não podia pegá-lo. Aí, o cervo entrou por dentro da floresta e logo os seus chifres se embaraçaram nos galhos das árvores. Em poucos instantes o leão saltava sobre o prisioneiro.
- Ai de mim! - gemeu o cervo. - Senti orgulho de meus chifres e desprezei minhas pernas . . . no entanto, estas me salvariam e estes causaram minha perda . . .
MORAL DA HISTÓRIA: "Muitas vezes desdenhamos do que temos de melhor."
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O GALO E A JÓIA

Um galo estava ciscando no terreiro e, no meio da suja poeira, encontrou uma jóia.
-Ah - disse, triste, o galo - como ficaria feliz o meu dono se encontrasse esta jóia! Para mim, porém, ela é completamente inútil; eu preferiria ter achado um sabugo de milho . . .
Moral da história: O que para uns tem valor, para outros nada vale.
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O CORVO E O JARRO

Um corvo morria de sede e se aproximou de um jarro, que uma vez vira cheio d'água. Mas, desapontado, verificou que a água estava tão baixa que ele não podia alcançá-la com o bico. Tentou derramar o jarro mas era impossível: o jarro era pesado demais.
De repente, viu ali perto um monte de bolas de gude. Apanhou com o bico uma das bolas e jogou dentro do jarro. Depois outra. E outra mais. E outra. E a cada bola que jogava, a água subia. Jogou tantas bolas dentro do jarro que a água subiu-lhe até o gargalo. E o corvo pode beber.
MORAL DA HISTÓRIA: Onde a força falha, a inteligência vence.
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O PESCADOR E O PEIXE

Um pescador estava pescando e, depois de horas de pescaria, conseguiu apanhar um peixe muito pequeno. O peixinho lhe disse:
- Poupe minha vida e jogue-me de novo no mar. Dentro de pouco tempo, estarei crescido e você poderá pescar um peixe grande!
O pescador respondeu:
- Eu seria um tolo se te soltasse por uma pescaria incerta . . .
moral da história: Mais vale a certeza de hoje do que a incerteza de amanhã.
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O CONSELHO DOS CAMUNDONGOS

Um dia os camundongos se reuniram para decidir a melhor maneira de lutar contra o inimigo comum, o gato. Discutiram horas seguidas, sem encontrar um bom plano.
Afinal, um ratinho pediu a palavra e falou:
- Sabemos que o grande perigo é quando o gato se aproxima tão mansamente que não percebemos sua presença. Proponho que se coloque um guizo no pescoço do gato. graças ao barulho do guizo, saberemos da aproximação do gato, e teremos tempo para fugir.
Todos aplaudiram a idéia brilhante. Mas um ratinho mais experimentado pediu também a palavra e disse:
- A idéia é muito boa. Mas que vai pendurar o guizo no pescoço do gato?
moral da história: É mais fácil falar do que fazer.
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 O PASTORZINHO E O LOBO

Todos os dias, um jovem pastor levava um rebanho de ovelhas às montanhas perto da aldeia. Um dia, por brincadeira, ele correu de lá de cima gritando:
- Um lobo! Um lobo!
Os HABITANTES da aldeia trataram de apanhar pedaços de pau para caçar o lobo. E encontraram o pastorzinho às gargalhadas, dizendo:
- Eu só queria brincar com vocês!
E, vendo que a brincadeira realmente assustava os aldeões, gritou no dia seguinte:
- Um lobo!
E novamente os moradores da aldeia trataram de apanhar suas armas de madeira.
Tantas vezes o fez que a gente da aldeia não prestava mais atenção aos seus gritos. Mais uns dias e ele volta a gritar:
- Um lobo! Um lobo! Socorram-me!
Um dos homens disse aos outros:
- Já não acredito. Ele não nos engana mais.
E era de fato um lobo, que dizimou todo o rebanho do pastorzinho.
moral da história: Ninguém acredita num mentiroso, mesmo quando ele diz a verdade.
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AS LEBRES E AS RÃS

As lebres, animais tímidos por natureza, se sentiam oprimidas por causa da sua excessiva timidez, e cansadas de viverem em constante alerta, temendo a tudo e a todos, o tempo todo.
Em comum acordo resolveram por fim as suas vidas e a todos os seus problemas, saltando do alto de um penhasco, para as águas profundas de um lago abaixo.
Assim que elas correram, todas de uma só vez, para colocar em prática sua decisão, as Rãs que repousavam nas margens do lago escutaram o barulho dos seus pés, e desesperadas e tomadas de pânico, fugiram para o fundo da água em busca de segurança.
Ao ver o desespero das ãs em fuga, uma das ebres, rogou aos seus companheiros:
- Fiquem meus amigos, não façam isso que estão pretendendo, vimos agora que existem criaturas que vivem mais aterrorizadas que nós.
Moral a istória: É uma grande ilusão e egoísmo, acharmos que nossos problemas são os maiores do mundo e que, apenas nós os temos.
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A LEBRE E A TARTARUGA

A lebre, muito gabola, vivia contando para todos que era o animal mais veloz do mundo. Por isso gostava da apostar corridas.
Dona Lebre já tinha nas corridas um casaco de peles da onça malhada e um pote de mel do amigo urso.
- Olhem só! Outro dia fiz uma corrida com o Sol e ganhei fácil. Ele até se escondeu, todo envergonhado, atrás de uma nuvem - disse a lebre.
- Corto minhas orelhas se alguém ganhar de mim. Desafio todos os animais da floresta - disse novamente a lebre.
A tartaruga, muito calma, aceito o desafio:
- Aceito e darei a você a minha casa se eu perder.
O corredores dariam a volta ao redor da Floresta Encantada, voltando ao ponto de partida.
Partiram. A lebre correu como o vento e a tartaruga saiu lentamente.
Depois de algum tempo a lebre olhou para trás e, vendo que a tartaruga estava muito longe, resolveu tirar uma soneca.
Roncou . . . roncou . . . roncou . . .
A tartaruga muito lentamente passou . . . e ganhou a corrida.
Dizem que até hoje Dona Lebre corre muito porque tem medo de que a tartaruga corte suas orelhas.
moral da história: Paciência vale mais do que pressa.
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A CIGARRA E A FORMIGA

A cigarra é uma grande cantora e passou o verão todo cantando lindas canções no alto de uma árvore.
Ficava o dia inteiro cantando e olhando as formigas trabalharem sem parar.
O verão passou.  O inverno chegou.
A cigarra, com frio, fome e tossindo muito, um dia bateu na porta da casa da formiga.
A  formiga olhou por uma fresta e perguntou:
- Quem é você? Por que está tão suja e gripada?
-E u sou a cigarra que mora no alto da árvore, cantei o verão todinho e agora não tenho comida nem casa para me abrigar do vento e do frio.
- Ah, cantava? Pois agora dance!
A cigarra ia saindo entristecida, quando a formiga chamou.
- Puxa vida! Então era você que ficava alegrando nossas vidas enquanto trabalhávamos? - disse a formiga.
- Sim, era eu mesma - disse chorando, a cigarra.
- Então está bem, fique morando aqui até o tempo ficar bom.
A cigarra sarou e continuou a cantar, alegrando a vida de toda a bicharada da floresta.
moral da história: Deve-se prever sempre o dia de amanhã.
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         O MÁGICO E O CAMUNDONGO

Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.
Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.
Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera.
Então ele começou a temer os caçadores.
Nessa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo
novamente e disse:
- Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.
Mas saiba que coragem não é a ausência do medo; é sim, a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente e enfrentar as adversidades, vencendo os medos...
É isto que devemos fazer.
moral da história: Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos.
Assim, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas...
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A OSTRA E O CARANGUEJO

Uma ostra estava apaixonada pela lua.
Quando seu grande disco de prata aparecia no céu, ela passava horas a fio, com as conchas abertas, olhando para ela.
Certo dia um caranguejo percebeu que a ostra se abria durante a lua cheia e pensou em comê-la. A noite seguinte, quando a ostra se abriu, o malvado caranguejo jogou uma pedra dentro dela.
Nesse momento, a ostra tentou se fechar, mas a pedra a impediu.
Então o astuto caranguejo saiu de seu esconderijo, abriu suas pinças afiadas e quase comeu a ostra inocente, se não fosse um tubarão que apareceu das profundezas para assustá-lo.
Pois é exatamente isso o que acontece com quem abre muito a boca para divulgar seus segredos. Sempre existe algum ouvido querendo se apoderar deles.







sexta-feira, 14 de novembro de 2014

MENSAGENS DE NATAL

“Que Deus, em sua infinita bondade, abençoe nossas vidas, enchendo de paz nossos corações para o Natal e todos os dias de 2015.”
“Que neste natal você possa sentir a presença de Deus, da paz, do amor e do perdão em seu coração e compartilhar tudo isso com a humanidade.”
“Que a mensagem de fé e esperança do Natal prepare nossos corações para as realizações que sonhamos para 2015.”
“De nada adianta o Cristo nascer mil vezes em Belém se Ele não conseguir nascer no coração dos homens também.”
“O Natal agita uma varinha mágica sobre o mundo, e observe, tudo é mais suave e mais bonito.” (N.V. Peale)
“Natal é mais verdadeiramente Natal quando nós celebramos dando a luz do amor aqueles que necessitam mais.” (Ruth C. Stapleton)
“Quando as mãos se unirem para desejar boas festas, que os corações se encontrem para uma total confraternização.”
“O Natal começou no coração de Deus. E só estará completo quando alcançar o coração de todos os homens.”
“A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida.”
“Eu sempre pensei em Natal como um tempo bom; um bem, perdão, generosidade, época agradável; uma época em que os homens e mulheres parecem abrir os corações deles/delas espontaneamente, e assim eu digo, Deus abençoe o Natal!” (Charles Dickens)
“Há mais, muito mais, para o Natal do que luz de vela e alegria: é o espírito de doce amizade que brilha todo o ano. É consideração e bondade, é a esperança renascida novamente, para paz, para entendimento, e para benevolência dos homens.”
“Sugestões de presentes para o Natal: Para seu inimigo, perdão. Para um oponente, tolerância. Para um amigo, seu coração. Para um cliente, serviço. Para tudo, caridade. Para toda criança, um exemplo bom. Para você, respeito.” (Oren Arnold)
Natal é momento de emoção. Os reis magos se alegraram com o lindo menino. Que Ele abençoe todos os nossos momentos.
Que todas as lições deixadas pelo menino Jesus no Natal, direcionem as nossas ações em cada dia do Ano Novo!
O amor de Jesus nos une! É através do amor de Jesus que nos aproximamos do nosso irmão. Que Ele possibilite muita união e paz neste Natal!
O Natal é um momento de oração. Mãos se unem formando uma aliança de paz e harmonia para o Ano Novo!
Que a graça e a força de Deus esteja com todo aquele que guarda o verdadeiro sentido do Natal.
Que o seu Natal seja especial, na presença dos amigos, da paz e do amor de Jesus.
Que o seu Natal seja fraterno e o Ano Novo cheio de esperanças renovadas na fé em Jesus.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

BRINCADEIRAS EDUCATIVAS

ATIVIDADES PARA CRIANÇAS DE 05 A 8 ANOS (PRÉ ESCOLA, 1º e 2º anos). Os professores podem fazer adaptações para alunos até do 5º ano.

Coelhinho Sai da Toca

Objetivo: Desenvolver na criança a noção de espaço e respeito aos colegas
Material: arcos, bambolês
Duração: : enquanto as crianças estiverem concentradas na brincadeira ;
Faixa Etária: crianças de 3-6 anos
Parte Prática:
Os arcos ou bambolês deveram ser espalhados pela área onde se desenvolverá a brincadeira (quadra poliesportiva, campo de futebol, pátio, etc.), sem um arco a menos que o n° de participantes.

Ao sinal " coelhinho sai da toca" que é dado pelo participante que não tem nenhum arco, os demais e também a criança que deu o sinal deveram procurar um novo arco, ou seja, uma nova toca.
Fuji-Fuji
Objetivo: vivenciar a habilidade básica correr, através de uma atividade lúdica.
Duração: variável
Material: Quadra ou qualquer espaço em que se possa correr livremente
Faixa Etária: 7 a 9 anos

Parte Prática:

Um dos alunos deverá ser o escolhido para ser o pega. Este ficará em uma das extremidades da quadra e o restante na outra extremidade. O pega antes de sair para pegar outros colegas gritará: "-Lá vou eu" e o restante da turma responderá:"-Fuji-fuji". Neste instante o pega correrá para a outra extremidade da quadra a fim de pegar o maior número de colegas possível. O restante da turma também corre para a outra extremidade tentando fugir. Todos os que forem pegos ajudarão o primeiro pega na próxima rodada a também pegar o maior número de colegas possível até sobrar apenas um. .

Serpente (brinquedo cantado)
Objetivo: produzir desinibição e interação
Duração: enquanto existirem participantes
Material: -
Faixa Etária: todas (0 'a 100)
Parte Prática:

Música que deve ser cantada durante a atividade:
Esta é a estória da serpente que desceu do Morro para procurar o pedacinho do seu rabo, e você também é um pedacinho do meu rabã ã ão ã ã ão


Inicia-se com o puxador, e os participantes vão juntando-se através dele, mas com uma condição que passem por baixo das pernas do primeiro, e o segundo dos dois o terceiro dos três e assim sucessivamente. No final forma-se um círculo cantando a música com o rabo partindo-se.
Comentários: tem que passar por baixo das pernas

 Os Bonecos

Objetivo: desenvolver a percepção visual de semelhanças e diferenças
Material: as próprias crianças
Posição: algumas crianças serão bonecos e ficarão em frente à turma.
Desenvolvimento: pedir aos alunos, que foram escolhidos ou se oferecerem para serem bonecos, para que façam uma pose ou mímica. Esta deverá ser a mesma para todos, com exceção de uma, que apresentará uma pequena diferença. Ex.: se todos os alunos estiverem com os braços para cima, um deles manterá o braço para baixo. Enquanto os bonecos se posicionam, as demais crianças devem permanecer de olhos fechados. Em seguida, solicitar aos alunos que abram os olhos e descubram qual o boneco que está diferente.
Observação: fazer com que os bonecos criem a mímica ou escolham, à vontade, a posição que desejarem.
 Dança Sobre Jornais

Objetivos: exercitar a motricidade e descarregar, indiretamente, a agressividade.
Material: uma folha de jornal para cada criança.
Posição: participantes organizados em linha, isto é, lado a lado.
Desenvolvimento: perto de cada criança, será colocada uma folha de jornal. Dado um sinal, todas as crianças dançarão sobre a folha de jornal, até destruí-la. Os movimentos com os pés deverão ser variados; ora crianças pularão, ora dançarão, etc., de acordo com a criatividade de cada um.
Observação: o jornal será rasgado pelo pisoteamento excessivo sobre ele, e não de propósito



Somos eternas crianças
Objetivo: divertir enquanto malha;
Duração: 30 min;
Material: sala de ginástica e músicas infantis;
Faixa Etária: livre
Parte Prática:
 Aconselho usar as músicas (Ms) do Cd "Xuxa só para baixinhos" pois nela encontramos músicas com vários ritmos. Ah,usaremos a música "Vamo Pular" de Sandy e Junior"
Bem, iniciamos a aula alongando (M:Esticar), logo após faremos uma mistura com as músicas (as coreografias ficam por conta da criatividade ou vc encontrará no vídeo Xuxa Só Para Baixinhos) e para finalizar, faremos um relaxamento (M:Feche os olhos).
Esta é a sequência de músicas para uma aula divertida: Vamos Pular, Rampapa mão, Dançando com o Tchutchucão, Batatinha bem quentinha, shake, tchubidu, Dois peixinhos, Bate a mão bate o pé, chefinho mandou..
Recreação para 1º e 2º anos
Objetivo: lateralidade;
Duração: 45 min;
Material: uma corda, um bambolês, folhas de jornais e quadra.
Faixa Etária: Primeira Série
Parte Prática:
Objetivos específicos:
1. Ampliar sua capacidade de estratégia;
2. Interagir com seu colega de dupla;
3. Melhorar sua capacidade de direção, espaço e sua dominância com ambos os lados.
Aquecimento:
Cada aluno com uma folha de jornal, faz um rabo e coloca preso a sua calça. Todos dispostos pela quadra quem tiver mais rabos na sua mão será o ganhador.
Parte principal:
Cada um faz uma bolinha com uma folha de jornal:
- brincar a vontade:
- dois a dois um faz cesta com seus braços e o outro arremessa a bolinha tentando acertar na cesta. Primeiro com a mão direita e depois com a mão esquerda.
- Dois a dois um joga a bolinha para outro pegar uma vez com a mão direita e outra vez com a mão esquerda.
- Um bambolê preso a trave os alunos a cerca de cinco metros tentam acertar dentro do bambolê com a mão direita e com a mão esquerda.
- Cerca de cinco metros tentam acertar na bola de basquete.
Volta à calma:
Cantar a seguinte música: Tuti, tututi, tututi, tuaua;
Com os cotovelos flexionados. As mãos frente a seu corpo, altura mais ou menos na última costela. Palma da mão voltada para outra. Só as pontas dos dedos da mão direita voltadas para o lado esquerdo e as pontas dos dedos esquerdos voltados para o lado direito.
Ao cantar a música as mão devem estar bem pertinho movimentando conforme o ritmo da música. Vai repetindo a música e a cada repetição aumenta a distância das mãos até não conseguir mais.
Canta a música e faz os movimentos das mãos cada vez que aumenta a distância aumenta o tom de voz (Quando estiver palmas das juntas bem baixinho, quando estiver com bastante distância bem alto).
Cantar a música hora com as palmas das mãos bem perto, para cantar baixinho, já no outro momento bem distanciado para o som sair bem alto. E vice-versa.

Recreação na educação infantil
Objetivo: brincar sem atrapalhar os estudos.
Duração: 40 min;
Material: quadra
Faixa Etária: 05 e 06 anos
Aproveitamento: para atividade física na educação infantil
Parte Prática:
As crianças nessa faixa etária estão em processo de alfabetização, por esse motivo, a Educação Física só tem a contribuir para adequarmos a seguinte brincadeira:

Na quadra ou no ginásio riscaremos as vogais no chão em letra cursiva ou seja letra de "mão" e pediremos que as crianças em fila andem sobre as linhas da letra e ao mesmo tempo podemos fazer muitas variantes como por exemplo: para frente, para trás, de lado, de costas, saltitando, saltando, etc... Com esses exercícios estaremos ao mesmo tempo trabalhando tanto a coordenação fina quanto a lateralidade, espaço corporal, visualização e outros desenvolvimentos motores.
OBS: podemos escrever vários números e letras e pedir para as crianças reconhecerem...





PEGADOR SÔ LOBO

Uma criança é escolhida para ser o lobo e se esconde. As demais dão as mãos e caminham em sua direção, enquanto cantam:- Vamos passear na avenida, enquanto o sô lobo está aí? !
Chegando perto da suposta casa, a criança que está fazendo o papel do sô lobo responde que ele está ocupado, tomando banho, enxugando-se, vestindo-se, com quiser inventar. As crianças se distanciam e depois voltam fazendo a mesma pergunta e recebendo respostas semelhantes. A brincadeira se repete até que, numa dada vez, sô lobo, já pronto, sem responder nada, sai correndo atrás das outras crianças. A que for pega, passa a ser o sô lobo na próxima vez.


REINO DOS SACIS
Num canto do terreno, marca-se o "palácio", onde fica um jogador, o "saci rei". Os demais "sacis" dispersam-se à vontade pelo campo.
Ao sinal de início, os sacis dirigem-se, pulando num pé só, ao palácio real, para provocar o rei. De repente, este anuncia: "_O rei está zangado!", saindo a persegui-los, também aos pulos. Ele mesmo conduz ao palácio o primeiro que pega e o nomeia seu "ajudante". A brincadeira recomeça, tal como antes, saindo agora os dois, após novo aviso, em perseguição aos demais e assim por diante. O último apanhado será o novo rei, na repetição do jogo. Ninguém pode apoiar os dois pés no chão, sob pena de ser aprisionado, exceto nos seguintes casos: a) quando o jogador estiver dentro do palácio; b) quando o jogador estiver cansado, devendo, porém, ficar parado num mesmo lugar, ocasião em que poderá ser apanhado. O jogador aprisionado ficará dentro do palácio, até outro ser preso, só então podendo voltar ao lugar onde estava antes.

CABEÇA PEGA O RABO
Formar colunas de mais ou menos oito elementos, cada um segurando na cintura do companheiro da frente.
O primeiro jogador tenta pegar o último da coluna, que procura se desviar para não ser pego. Se conseguir, o primeiro jogador da coluna troca de lugar com o último.


LÁ VEM O RATO
As crianças ficam em círculo e uma outra permanece no centro, segurando uma corda (cordel) em cuja extremidade prende-se um peso que será o "rato". Ao início do jogo, a criança do centro deve girar a corda junto aos pés dos participantes que devem pular não deixando que o rato os toque.
A criança deve deixar o rato pegá-la, é afastada do jogo. O jogo terminará quando só restar uma criança no círculo, a que será a vencedora.


PANELINHA
Esta brincadeira, é uma espécie de concurso de "sisudez". As crianças se espalham à vontade, e uma, que é o "mestre", cantarola:
Fon-fin, fon-fá, Panelinha, panelá! Quem ri e falá, Come tudo quanto há... Fechou a rosca.
Com isso ficam todas em silêncio, e procurando fazer as caras mais sérias do mundo, até que uma das crianças, não se aguentando mais, fala ou cai na risada. O "mestre" aponta-lhe um dedo acusador e grita: - Comeu!
A criança apontada retira-se do brinquedo, que se repete desde o início, e assim sucessivamente. A última a se retirar, portanto a que mais tempo se mantém silenciosa, é aclamada vencedora, e será o "mestre", no caso da repetição.

O Trem do Seu Matias
Objetivo: Desenvolver o conhecimento do corpo, e expressão corporal
Duração:
Material:
Faixa Etária:
Aproveitamento: Aquecimento
Em círculo, o professor canta:
-Você conhece Seu Matias o rapaz que o trem pegou?
E os alunos respondem:
-Não senhor, não conhecemos, mas queremos conhecer.
Então o professor canta:
-Coitadinho do seu Matias que pegou uma pneumonia e ficou com o braço assim. Então o professor entorta o braço e os alunos o seguem.
A cada repetição da música o professor entorta uma parte do corpo.
A última deve ser a língua para o jogo ficar engraçado.
Dança do Lambalu
Objetivo: integração do grupo
Duração: 5 min
Material: Nenhum
Faixa Etária: Todas

   Em círculo, o professor inicia esta atividade contando uma história, que um amigo que viaja muito, conhece de tudo um pouco foi a Rússia, e lá ele aprendeu uma dança muito legal. Chama-se dança do lambalu.
Posição:- em pé, braços cruzados na frente do corpo. Inicia-se a música, jogando as pernas para frente ora direita ora esquerda. O professor faz a pergunta: _Vocês conhecem a dança do lambalu? - nãoooooooooooooooooooooo "A gente dança o lambalu lambalu, lambalu. A gente dança o lambalu lambalu hei!!! (nesse momento joga os braços para cima). O professor continua fazendo pergunta. _Vocês já dançaram o lambalu? -jaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaá _vocês ja dançaram o lambalu de mãos dadas? -nãooooooooooooooooo (CANTA A MÚSICA) . Pergunta: _vocês ja dançaram o lambalu? -vocês já dançaram o lambalu de mãos dadas? _vocês já dançaram o lambalu com a mão no ombro do companheiro do lado? -nãoooooooooooooooooooo (CANTA A MÚSICA). Pergunta: _Vocês ja dançaram o lambalu? Vocês já dançaram o lambalu de mãos dadas? Vocês já dançaram o lambalu com a mão no ombro do companheiro do lado? _Vocês já dançaram o lambalu com a mão na cintura do companheiro do lado? -nãooooooooooooooooooo. Assim por diante... o professor irá criando as partes do corpo que ele quer.


CAVALO-DE-PAU
COMO FAZER
Desenhe a cabeça do cavalo em um pedaço de E.V.A. e recorte. É possível substituir esse material por papel cartão. Dobre ao meio, desenhe o olho e faça vários furos, alinhados, a um dedo de distância da borda. Deixe um espaço sem furar na parte de baixo. Corte pedaços de 50 centímetros de lã e passe pelos furos. Amarre-os para fechar a cabeça do cavalo e compor a crina. Faça também um ou dois furinhos para formar o focinho do animal. Encaixe a cabeça em um cabo de vassoura.

COMO BRINCAR
A criança monta no brinquedo e “cavalga” pela escola. Você pode organizar uma corrida. Trace no chão uma linha de partida e outra de chegada e dê o sinal de largada.
Outra sugestão é usar os cavalos nos teatrinhos. Todos, príncipes e princesas, gostarão de montar em seus belos animais.

Brincando com o corpo SÉRIES INICIAIS
Objetivo: sociabilização, coordenação motora e conhecimento corporal ;
Duração: 45 minutos
Material: pequenas quadras ou quadra poliesportivas ;
Faixa Etária: 05 a 09 anos
Aproveitamento: Ensino Fundamental
Parte Prática:
Parte inicial - aquecimento - duração 10 min: os alunos deverão correr livremente pelo espaço e ao sinal do professor executar as tarefas como sentar, rolar, agachar e ficar em pé.
Segunda parte 25 mim: os alunos ficarão dispostos em um linha lateral da quadra um ao lado do outro, ao sinal do professor deverão atravessar para o outro lado saltando de um pé só, logo após voltarão saltando de uma pé só mas em dupla. Depois, atravessarão a quadra colocando a mão no pé do parceiro indo para o outro lado e voltando da mesma forma seguindo assim joelhos, bumbum, barriga, ombros, cabeça e outras partes do corpo. Primeiramente individual, depois duplas, trios, e assim por diante até ficarem em um grande grupo.
Parte final 10 mim: os alunos ficarão dispostos em círculo e cantarão um brinquedo cantado com a musiquinha "pé de cana é caneta, pé de bucha e buchecha no samba da tiririca pimenta, pitanga, pipoca e pita" e assim até o término da aula.
Recreação
Objetivo: lateralidade;
Duração: 45 min;
Material: uma corda, um bambolês, folhas de jornais e quadra.
Faixa Etária: 1º e 2ª anos
.Aquecimento:
Cada aluno com uma folha de jornal, faz um rabo e coloca preso a sua calça. Todos dispostos pela quadra quem tiver mais rabos na sua mão será o ganhador.
Parte principal:
Cada um faz uma bolinha com uma folha de jornal:
- brincar a vontade:
- dois a dois um faz cesta com seus braços e o outro arremessa a bolinha tentando acertar na cesta. Primeiro com a mão direita e depois com a mão esquerda.
- Dois a dois um joga a bolinha para outro pegar uma vez com a mão direita e outra vez com a mão esquerda.
- Um bambolê preso a trave os alunos a cerca de cinco metros tentam acertar dentro do bambolê com a mão direita e com a mão esquerda.
- Cerca de cinco metros tentam acertar na bola de basquete.
Volta à calma:
Cantar a seguinte música: Tuti, tututi, tututi, tuaua;
Com os cotovelos flexionados. As mãos frente a seu corpo, altura mais ou menos na última costela. Palma da mão voltada para outra. Só as pontas dos dedos da mão direita voltadas para o lado esquerdo e as pontas dos dedos esquerdos voltados para o lado direito.
Ao cantar a música as mão devem estar bem pertinho movimentado conforme o ritmo da música. Vai repetindo a música e a cada repetição aumenta a distância das mãos até não conseguir mais.
Canta a música e faz os movimentos das mãos cada vez que aumenta a distância aumenta o tom de voz (Quando estiver palmas das juntas bem baixinho, quando estiver com bastante distância bem alto).
Cantar a música hora com as palmas das mãos bem perto, para cantar baixinho, já no outro momento bem distanciado para o som sair bem alto. E vice-versa.

Recreação na educação infantil
Objetivo: brincar sem atrapalhar os estudos.
Duração: 40 min;
Material: quadra
Faixa Etária: 05 e 06 anos
Aproveitamento: para atividade física na educação infantil
Parte Prática:
As crianças nessa faixa etária estão em processo de alfabetização, por esse motivo, a Educação Física só tem a contribuir para adequarmos a seguinte brincadeira:

Na quadra ou no ginásio riscaremos as vogais no chão em letra cursiva ou seja letra de "mão" e pediremos que as crianças em fila andem sobre as linhas da letra e ao mesmo tempo podemos fazer muitas variantes como por exemplo: para frente, para trás, de lado, de costas, saltitando, saltando, etc... Com esses exercícios estaremos ao mesmo tempo trabalhando tanto a coordenação fina quanto a lateralidade, espaço corporal, visualização e outros desenvolvimentos motores.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Dia da Árvore - PROJETO POMAR e outras atividades

Dia da Árvore - PROJETO POMAR
No intenso processo de urbanização que passa nossa sociedade, cada vez mais nos afastamos do contato com a Natureza. A infância vivida nos quintais, o gosto da "fruta comida no pé", vivências únicas para quem teve a oportunidade de ser "criança de quintal", têm se transformado em coisa rara, já quase inexistente.
Compreendendo todo o espaço escolar como meio de interação e construção contínua de conhecimento, o presente projeto visa transformar um espaço determinado da escola em um ambiente de pomar, onde cada série terá sua árvore frutífera plantada, poderá cultivá-la, acompanhará seu crescimento e saboreará seus frutos. Nesse espaço educativo, as aulas de Ciências poderão ocorrer aliando teoria e prática, além da possibilidade de abordagens relativas à saúde, nutrição, pluralidade cultural no que diz respeito às relações culturais e aos hábitos alimentares da comunidade.
OBJETIVO GERAL:
O programa educativo visa desenvolver o sentimento de identidade e pertinência por parte de todos os alunos das séries iniciais (Educação Infantil ao 5º ano) em relação às árvores, e nossas relações culturais com seu cultivo, além da fruição de conviver em um espaço tão agradável aos sentidos como é o espaço do pomar e do jardim botânico. A partir do trabalho educativo, pretende-se proporcionar momentos de reflexão junto à necessidade de preservação e mesmo de transformação dos espaços urbanos, a fim de torná-los mais humanos e harmônicos, possibilitando a reflexão individual e coletiva das questões urbano-ambientais, promovendo auto-cuidado da saúde e uma melhor percepção do meio, utilizando as experiências vividas como estímulo a mudanças de atitudes e à disseminação dessas idéias aos demais membros da comunidade escolar.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
  • Proporcionar aos alunos uma aproximação com a qualidade de vida vinculada à alimentação, sensibilizando e efetivando ações de cidadania;
  • Sensibilizar os alunos da importância do cultivo de espaços verdes, como o pomar, bem como a importância da diversidade vegetal que pode ser desenvolvida neles.
  • Demonstrar aos alunos as vantagens na melhoria e preservação da qualidade dos espaços verdes e sua relação com a segurança alimentar da população;
  • Desenvolver junto aos alunos conhecimentos empíricos sobre a flora cultivada, suas características biológicas, seus ciclos vitais, etc.;
  • Divulgar para a comunidade escolar, por meio das ações dos alunos envolvidos, os processos desencadeados pelas ações ambientais.
MATERIAL E MÉTODOS:
Inicialmente, realizaremos plantios de árvores frutíferas variadas (uma por série), na ocasião do Dia da Árvore (21 de setembro), no espaço demarcado para a construção do pomar (ver com supervisão). A partir daí, as turmas irão se encarregar dos cuidados e do acompanhamento do crescimento das mesmas. As professoras aproveitarão essas experiências para relacionar questões de meio ambiente, saúde e pluralidade cultural.
Poderemos trabalhar também em caderno curiosidades e informações que relacionam a importância das árvores para a saúde do nosso planeta, como as que seguem:
Você sabia???
Se você tivesse uma árvore de 15 anos de idade e quisesse transformá-la em sacos de papel, só conseguiria fazer 700 deles?!
Quanto tempo esses sacos de papel durariam? Em um grande supermercado, eles seriam usados em menos de uma hora! Ou seja, em uma hora, somos capazes de consumir uma árvore que levou quinze anos para crescer!!!
Você consegue imaginar alguma coisa que nos dê papel, frutas, castanhas, madeira, lugar para os pássaros e outros animais viverem, que sirva para as crianças brincarem , que nos dê sombra, ajude a manter o ar limpo, e preserve as margens dos nossos rios além das árvores??? O que seria de nós sem as árvores????
Uma pessoa é capaz de consumir 7 árvores por ano, na forma de papel, madeira e outros produtos. Multiplique esse número pelo total de habitantes da nossa cidade e de nosso planeta, e perceba: Quantas árvores destruímos por ano? !! Será que elas são capazes de crescer rápido para repor essa degradação que estamos causando ao planeta??
As árvores absorvem o gás carbônico por meio do processo da fotossíntese. Nós despejamos cada vez mais maiores quantidades desse gás na atmosfera através da queima do petróleo e do carvão, o que está provocando um aquecimento global em nosso planeta, o chamado Efeito Estufa! Ao plantarmos mais e mais árvores, estaremos resgatando esse gás carbônico que jogamos na atmosfera!! Assim, reflorestar pode ser uma maneira de minimizar o problema do aquecimento global!!! Pense nisso!!!
As árvores conseguem manter a umidade da atmosfera elevada, ou seja, fazem com que o ciclo da água torne-se mais lento e harmônico, assegurando um equilíbrio térmico e climático em nosso planeta. Essa é a grande função das grandes florestas remanescentes, como é o caso da Floresta Amazônica!!! Pense nisso!!!
Plantar uma árvore é muito divertido!!! E uma das melhores coisas que podemos fazer para salvar o Planeta! A árvore reduzirá o gás carbônico da atmosfera, proporcionará beleza e sombra e atrairá a vida silvestre! Assim você poderá se orgulhar de contribuir para a preservação de nossas vidas no planeta Terra!!
Somos capazes de gastar 50 milhões de toneladas de papel por ano, ou cerca de 300 kg por pessoa. Para fazermos todo esse papel, usamos mais de um bilhão de árvores!! Se todo mundo reciclasse seus jornais de domingo, pouparíamos 500 mil árvores por semana!!!
1ª tática para amenizar o grande problema da degradação ambiental: reduzir o consumo. Consuma menos! Economize todos os materiais que puder! Desde as folhas de seu caderno, sacos plásticos, etc.
2ª tática: reutilize! Use a criatividade e dê sempre uma nova utilidade para os materiais que geralmente jogamos no lixo!
3ª tática: colabore com a coleta seletiva em nossa cidade! Ainda é uma minoria o número de curitibanos que efetivamente separa o lixo que não é lixo! Separando o lixo, contribuímos com a sua reciclagem, poupando o meio ambiente e assegurando um futuro mais feliz para todos nós!!












terça-feira, 9 de setembro de 2014

SITUAÇÃO-PROBLEMA

SITUAÇÃO-PROBLEMA

Quantas rodas têm "x" carrinhos?
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Objetivo
- Utilizar procedimentos próprios para resolver os primeiros problemas multiplicativos.

Conteúdos 
- Proporcionalidade.
- Representação escrita.

1º e 2º Anos.

Material necessário
Lápis e papel.

Tempo estimado 
Uma aula.

Desenvolvimento
Este problema é uma boa forma de explorar formas de registro em papel e estratégias de contagem. Discuti-las com a turma é a riqueza da atividade. Apresente o seguinte enunciado:
Um carrinho tem 4 rodas. Quantas rodas têm 4 carrinhos?
Como ainda estão iniciando a relação com as operações matemáticas, é comum as crianças fazerem representações com carrinhos desenhados. Se algum deles somar os termos apresentados no problema
(4 rodas + 4 carrinhos =>
4 + 4= 8), em vez de somar as rodas 4 vezes (4 + 4 + 4 + 4 = 16), recorra à própria representação feita no papel para que ela perceba que a adição dessa maneira não é válida. Afinal, onde estariam as rodas dos outros carrinhos?

Avaliação
Esse mesmo tipo de problema pode ser proposto várias vezes durante o ano letivo. O conteúdo dele será revisitado ao longo das séries do primeiro ciclo do Ensino Fundamental. Dessa forma, verifique apenas se os estudantes já podem operar com valores maiores do que os utilizados nesta atividade e proponha novos problemas a eles, fazendo mudanças no contexto: triciclos, bicicletas, motocicletas etc. É esperado que inicialmente algumas crianças utilizem apenas desenhos na resolução, mas depois passem a utilizar procedimentos numéricos, como soma sucessiva, e se apoiem em resultados conhecidos de memória.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

ENSINANDO PALAVRAS ATRAVÉS DE JOGOS - 1º ANO

Jogos fáceis para ensinar palavras a alunos do primeiro ano


Os alunos do 1º ano devem saber diversas palavras que possam reconhecer e pronunciar sem pronunciá-las primeiro foneticamente. Elas são apropriadamente chamadas de "palavras de vista." Para que eles aprendam essas palavras, inclua alguns jogos fáceis em seu currículo. Isso irá envolver os alunos e ajudá-los a interiorizar as informações rapidamente.

Ao redor do mundo

Peça aos alunos para formar um círculo; eles podem sentar no chão ou puxar as mesas ao redor. Um aluno deve ficar de pé atrás de uma criança sentada. Puxe um cartão com uma palavra de vista impressa nele. A primeira das duas crianças que dizer a palavra corretamente ganha a rodada e se move para desafiar o aluno seguinte no círculo. O primeiro aluno a fazer o caminho ao redor do círculo inteiro de estudantes (ao redor do mundo) ganha o jogo.

Bang!

Escreva todas as palavras de vista que a classe aprendeu em cartões separados. Coloque todos os cartões em uma cartola. Cada criança deve ir até a cartola e pegar um cartão. As crianças que souberem ler as palavras de vista podem manter os cartões. As que não conseguirem devem devolvê-los para a cartola. Quando esta estiver vazia, a criança que tiver o maior número de cartões ganha o jogo. No entanto, há um porém. Escreva a palavra "BANG!" em um dos cartões. Sempre que uma criança puxar o cartão com essa palavra, ela deverá devolver todos os cartões para a cartola.

Bingo

Esta é uma nova versão de um clássico. Distribua cartelas de bingo que tenham palavras de vista impressas, quatro palavras na horizontal e quatro palavras na vertical. Coloque cartões com as mesmas palavras escritas em uma caixa. Retire um cartão de cada vez da caixa. Mostre-o para os alunos, leia a palavra em voz alta e use-a em uma frase. Enquanto estiver fazendo isso, os alunos devem colocar os marcadores de bingo na palavra correlata em suas cartelas de bingo. O primeiro aluno a preencher completamente a cartela ganha.

Corrida de frases

Divida os alunos em dois grupos. Distribua uma pilha de cartões com palavras de vista para os alunos; as palavras devem ser exatamente as mesmas para ambos os grupos. Peça aos alunos para fazer tantas frases quanto puder usando as palavras em dois minutos. O grupo que fizer o maior número de frases ganha o jogo.

1º ANO FUNDAMENTAL - O QUE O ALUNO DEVE SABER

Lista de coisas que um aluno do primeiro ano deveria saber.

Os alunos do primeiro ano estão descobrindo mais sobre fonética avançada, matemática básica e o mundo ao seu redor. Eles também estão aprendendo sobre habilidades sociais, tais como compartilhar e trabalhar em grupo. Para muitos estudantes, o primeiro ano é um grande passo, e pode levar um tempo até que eles se adaptem.

Leitura e ortografia

Até o final do primeiro ano, o aluno deve ser capaz de identificar e ler todos os sons fonéticos, incluindo dígrafos, como "nh" e ditongos como "ei" e "ou". Os alunos devem ser capazes de ler palavras simples e seguir as regras fonéticas. Além disso, eles devem ser capazes de dividir as sílabas e soletrar palavras que seguem os padrões "consoante, vogal, consoante". Eles também devem ser capazes de ler e soletrar palavras básicas, como "o", "e", "onde" e "porque".

Escrita e gramática

Um aluno do primeiro ano deve ser capaz de escrever parágrafos curtos sobre um tópico. Ele deve compreender que cada frase começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto de interrogação, exclamação ou final. Além disso, ele também deve saber que um substantivo é uma pessoa, lugar, coisa ou emoção, e um verbo é uma palavra de ação. A criança também deve compreender que adjetivos são palavras que descrevem os substantivos.

Matemática

A matemática básica é o foco do primeiro ano. Um aluno do primeiro ano vai primeiro aprender adição e subtração com um dígito e, em seguida, com dois. Até o final do ano letivo, ele também deve saber a diferença entre números pares e ímpares, como contar até 100 e como identificar e contar dinheiro. Ele também deve compreender estimativa básica, como contar o tempo e como resolver situações-problema simples.

Estudos Sociais e Ciências

O currículo de Estudos Sociais centra-se no estudante e seu papel na comunidade. As lições vão se focar primeiro na unidade familiar, expandindo-se para os papéis dos funcionários da escola e, finalmente, para os principais papéis na comunidade. O aluno aprenderá sobre os trabalhos básicos, como policial, médico, bombeiro, carteiro e professor. Na área de Ciências, o aluno do primeiro ano vai aprender os detalhes básicos da natureza. Ele vai estudar as várias estações do ano e os diferentes tipos de clima e será capaz de identificar o vocabulário, como chuva, tempestade, furacão, tornado e vento. As aulas de Ciências vão incluir como identificar a diferença entre sólido, líquido e gasoso, bem como animais e plantas da natureza.

Habilidades sociais

O primeiro ano é um momento de praticar a independência e as habilidades sociais. Até o final do ano letivo, o aluno deve ser capaz de seguir as instruções de várias etapas, concluir um projeto em sua mesa ou em um centro de aprendizagem, resolver problemas sociais com intervenção mínima do professor, e sentir empatia e simpatia para com os outros alunos, de acordo com o "GreatSchools.org", um site que oferece informações sobre o desempenho escolar.
Educação e Ciência

LIVRINHO COM TEXTOS PARA 1º E 2º ANOS

ATIVIDADES DE TAREFA PARA 1º ANO - LIVRINHO (2 atividades em cada folha de sulfite recortadas e grampeadas)
 ESTAS ATIVIDADES DEVEM SER DADAS DE ACORDO COM O NÍVEL DE APRENDIZAGEM.  NA MINHA SALA DE AULA, INICIO NO MÊS DE AGOSTO.

 LER CADA TEXTO E REPRESENTAR ATRAVÉS DE UM DESENHO. (um por dia)

 A pata é bonita. 

 Ela nada no rio. 

 A pata bota ovo. 


 O gato é peludo. 

 Ele bebe leite. 

 O gato mia, mia. 


 O peixe vive no rio. 

 Ele nada, nada. 

 O peixe é bonito e colorido.


O menino jogou a bola.

Ela rolou, rolou.

A bola sumiu.


O sapato é novo.

A menina sujou o sapato.

Ele ficou feio.


O cavalo é bonito.

Ele corre rápido.

O menino caiu do cavalo.


O macaco é sapeca.

Ele pula, pula.

O macaco adora banana.


A vaca come mato.

Ela mora no sítio.

A menina bebe o leite da vaca.


A roupa do cabide caiu.

A roupa sujou.

Mamãe ficou uma fera.


A baleia vive na água.

Ela come peixe.

A baleia é perigosa.


O telefone tocou, tocou.

A menina falou alô.

O telefone desligou.


Vovó me deu uma bala.

A bala é gostosa.

Ela é de uva.


A arara é uma ave muito bonita.
Ela mora na mata.
A pena dela é colorida.
A arara voa e fala:
- A-ra-ra.

Augusto deu uma festa na escola.
Ele levou uma cesta de biscoitos e bebidas para a festa.
A festa estava animada.

Cecílio é mecânico de moto.
Ele é dono de uma oficina.
A oficina fica ao lado do cinema.
Cecílio arruma as motos na oficina.

O leão é o rei dos animais.
Ele não é bobo não.
Vive em liberdade lá na mata.
O leão ruge  forte.

O cachorro pegou o chinelo do vovô.
Vovô correu para buscar o chinelo.
O chinelo ficou cheio de terra.
Vovô mora na chácara com a vovó e o cachorro Chico.